Isso quando ele não pega o pai dele pela mão e os dois sentam no bote inflável que tia Dani deu de Natal, pegam as duas raquetes que ganhou de brinde na festa junina da escolinha (que dão ótimos remos), e vão sentados na sala, dentro do bote, descendo cachoeiras, passando pelo meio da mata e achando lindos tesouros. Que estão no seu baú do tesouro (caixa de guardar brinquedos).
Cada hora é uma coisa que ele inventa (e que a gente incentiva), fora as fantasias de Super heróis que ele tem, tem as que ele cria e pede para a gente fazer de jornal. "- Mãe, faz um chapéu do Tapitão? ", "Faz uma ipada?" "Faz um gancho?". E lá vou eu fazer qualquer coisa de jornal para ser um chapéu, uma espada ou um gancho.
Está fase da imaginação, é muito rica, e acho que nela ele, além de se divertir muito, resolve pequenos conflitos. Porque é um tal de colocar o Tapitão de castigo, falar para o jacaré não pegar ele, brigar com o monstro, e por aí vai. Meu pequeno grande herói. Tomara que você cresça assim, sempre muito criativo!
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